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Ruas da Paz

 

Encontrado em letras.mus.br

Composição: Heleno Bihel e Laércio Vieira

Rua da Paz, S/N
De uma cidade qualquer, chamada saudade
Café Mozart, velho sim
Num programa de sempre, rotina
E todos os encontros do mundo

Um sorriso aqui, um adeus ali
Um céu cor-de-rosa, cortina
Que a alma da noite traz

E de repente, uma roda cantando
Lamartine especial e o melhor de Vinícius
E a madrugada, um cheiro de orvalho da flor
Acaba o dia falando de amor

Amor que vai, amor que faz
Esta cara bonita da vida
Que vejo em seus olhos

 

 

En todo o mundo é coñecida a MORRIÑA, da que todos falan moito pero só os galegos que non están na súa terra saben o que é.


O Bar Orella na rúa da Paz, as millores tapas...de todo tipo...o millor viño. Templo gastronómico do bon comer.

Em www.terra.es/personal/domingues/barorella.html

 

Terras arousás da Barbanza

Na actual rúa da Paz, foi escenario de tardes estivais nas que D. Ramón departía con outras personaxes de autoridade na vila, entre os que destacaban Andrés Díaz de Rábago, Santiago Tato, o boticario, José Barreras, avogado e case sempre en función de xuíz, o secretario do concello José Paz Mariño ou o mariñeiro mercante José Castro Dios.
Hoxe a botica é unha lembranza dos seus contertulios e un museo que conserva nos seus tarros e estantes a esencia dun tempo que xa foi.

Em aamvi.galeon.com/ruta.htm



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